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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Victor e Léo

Após viajarmos bastante na sugestão em vídeo para o domingo do evento fictício Country in Minas que vimos no blog O Pino Aberto, paramos a jardineira em uma loja de cds e dvds e compramos algumas mídias para escutar no player do carro enquanto cortamos serras, e junto a algumas matérias de revistas e jornais que encontramos disponíveis em uma banca e na internet outrora, resolvemos, então, montar e postar aqui a biografia de

VICTOR E LÉO
Nascidos em Ponte Nova, Minas Gerais, e criados em outra cidade mineira, Abre Campo, os irmãos Victor (Vitor Chaves Zapalá Pimentel) e Leo (Leonardo Chaves Zapalá Pimentel) formam uma das duplas de música sertaneja mais cultuadas de hoje. Tendo ouvido na infância e adolescência muito da música de Sérgio Reis, Renato Teixeira, Almir Sáter, James Taylor, Neil Young, Alceu Valença, Zé Ramalho, Eric Clapton e Dire Straits a canção da dupla não se compromete por inteiro com o ritmo considerado sertanejo: ela também traz elementos do pop e do folk, o que faz com que seja, a dupla, rotulada como uma inovação dentre os artistas do gênero, tendo já sido incluída em festivais de estilos musicais que passam pela música do verão baiano ao rock nacional.
 O ano de 1992 marca o início da carreira da dupla. Em 1994, seguem para Belo Horizonte, onde estudam canto. Mudam-se para São Paulo em 2001 e cantam na noite. E foi na base do corpo a corpo que eles atingiram o grande público à partir do ano de 2006.

Victor e Léo são artistas peculiares tendo antes de se tornarem conhecidos batido recordes de público e chegado ao fenômeno de verem multidões cantarem suas canções em seus shows, sem nunca os terem visto, para depois ganharem projeção na mídia.
Victor

A dupla recebeu o prêmio TIM de música em 2008; Três indicações para o Grammy Latino (2008, 2009 e 2010); Na temporada 2007/2008 ganhou o troféu Arena de Ouro, considerado o Oscar do Rodeio brasileiro; Venceu o concurso Melhores do Ano do Domingão do Faustão por duas vezes (2007/2009); Em 2010: Prêmio Tela Viva Móvel, com o aplicativo para iPhone Victor e Leo, nas categorias "Música" e "Grand Prix Popular"; Indicados ao Prêmio da Música Brasileira 2010 na categoria “Melhor Dupla”, com o álbum “Ao Vivo e em Cores”; Em Agosto de 2010, ganham o prêmio de “Melhor Artista Sertanejo”, no 17º Prêmio Multishow, onde também foram finalistas nas categorias “Melhor DVD” e “Melhor Show”; Novembro de 2010: Prêmio Música Digital, na categoria "Música Mais Vendida Pop" com "Borboletas". Além de possuir, pelo segundo ano consecutivo (2008 e 2009), Victor Chaves, a primeira posição em direitos autorais pelo ECAD, como compositor e a dupla ocupar duas posições entre os cinco produtos fonográficos mais vendidos do Brasil.
Léo

As canções de destaque de Víctor e Léo são: “Fotos”, Tem que Ser Você”, tema da personagem Maria do Céu (Débora Secco) na novela A Favorita (2008) da Rede Globo, “Fada”,“Vida Boa”, “Sinto Falta de Você”,“Amigo, Apaixonado”, “Lembranças de Amor”, "Borboletas", os clássicos de 2009 que integraram a trilha da novela “Paraíso” (de Benedito Ruy Barbosa), exibida às 18h00 pela Rede Globo:"Deus e Eu no Sertão", que foi o tema de abertura e "Nada Normal", tema das personagens Rosinha (Vanessa Giácomo) e Terêncio (Alexandre Nero), "Rios de Amor", música do CD "Boa Sorte Pra Você" que integra a trilha sonora da novela "Araguaia", também da rede Globo, como tema das personagens Solano (Murilo Rosa) e Manuela (Milena Toscano). Todas estas canções são de autoria do Victor.

Discografia
2002; Vitor e Leo; gravadora Number One Music.
Músicas:
01. Não Vá Para A Califórnia
02. Através da Vidraça
03. Esse Alguém Sou Eu
04. Deus e Eu No Sertão
05. Escondendo o Jogo
06. Não Minta Pra Mim
07. Sonho e Ilusões Em Mim
08. Do Outro Lado do Rádio
09. Esperanças Não Morrem Assim
10. Ritmo da Chuva
11. Pra Mim Só Tem Você

2004; Vida Boa; gravadora Independente.
Músicas:
01. Vida Boa
02. Vou pra Roça
03. O Granfino e o Caipira
04. Amigo Apaixonado
05. Fada
06. Mari Mariana
07. O Cuidador do Fogo
08. Arapuca
09. É a Vida
10. Deus e Eu no Sertão
11. Paraíso
12. Adeus Saudade
13. Lem Casa
14. Meu Eu em Você
15. Tanta Solidão

2006; Victor & Leo (Ao Vivo);Sony Music; mais de 300 mil cópias vendidas. Homenagem: Disco de Platina Triplo.
 Músicas:
01. Sinto Falta de Você
02. Quem de Nós Dois
03. Fada
04. Telefone Mudo
05. Jogo da Vida
06. 60 Dias / Apaixonado
07. O Granfino e o Caipira
08. Vida Boa
09. Amigo Apaixonado
10. Arapuca
11. Arapuca
12. Chuca de Bruxaria
13. Meu Eu em Você
14. O Cuidador do Fogo
15. Milonga para as Missões – Instrumental

2007; Ao Vivo em Uberlândia;Sony Music; mais de 500 mil cópias vendidas. Recebeu o prêmio Disco de Ouro da gravadora e a homenagem Disco de Diamante.
Músicas:
01. Fada
02. Sinto Falta de Você
03. 60 Dias Apaixonado / Fazenda São Francisco ( Maior Proeza )
04. Amigo Apaixonado
05. Tem que Ser Você
06. Vida Boa
07. Sem Você
08. Nova York
09. Arapuca
10. Lembranças de Amor
11. Jogo da Vida
12. O Granfino e o Caipira
13. Fotos
14. Meu Eu em Você
15. Chuva de Bruxaria

2008; Borboletas; Sony Music; mais de 500 mil cópias vendidas.Homenagem: Disco de Diamante.
Músicas:
01. Borboletas
02. Lado Errado
03. Timidez
04. Tanta Solidão
05. Nada Normal
06. Sem Trânsito, sem Avião
07. Luz, Paixão, Rodeio
08. Noite Estelar
09. Razão do Meu Astral
10. Você Sabia
11. Deus e Eu no Sertão
12. Tem que Ser Você 

2008; Nada Es Normal; Sony Music. Participam: produtor mexicano Aureo Baqueiro e o artista e compositor Leonel Garcia.
Músicas
01 Recuerdos de Amor Recuerdos de Amor
02 Amigos Apasionado Amigos Apasionado
03 Nada Es Normal Nada Es Normal
04 Sigo Extanandote Sigo Extanandote
05 Fotos (Espanhol) Fotos (Espanhol)
06 Nada Nada
07 Eres Tu Eres Tu
08 Nueva York Nueva York
09 Mariposas Mariposas
10 Sabias
2009; Ao Vivo e em Cores em São Paulo; Sony Music; mais de 150 mil cópias vendidas. Homenagem: Disco de Platina.

Músicas:
1 – Abertura

2 – Borboletas
3 – Estrela Cadente
4 – Você Sabia
5 – Ao Vivo e em Cores
6 – Deus e eu no Sertão
7 – Muito Natural
8 – Sem Trânsito, Sem Avião
9 – Não Mais
10 – Anunciação
11 – Timidez
12 – Cavalo Enxuto
13 – Lado Errado
14 – Vida Boa
15 – Tanta Solidão
16 – Moça Rebelde
17 – Nada Normal
18 – Lem Casa

2010; Boa Sorte Pra Você; Sony Music; mais de 100 mil cópias vendidas. Homenagem: Disco de Platina Duplo.
Músicas
1. Boa Sorte Pra Você
2. Água de Oceano
3. Não Vá Pra Califórnia
4. Rios de Amor
5. Loura de Ouro
6. Retratos Rasgados
7. Nascemos Pra Cantar
8. Quando É Amor
9. Mari Mariana
10. Flor do Campo
11. Água de Oceano (Reggae)

Videografia
2007; Ao Vivo em Uberlândia; Sony Music; mais de 350 mil cópias vendidas.
2008; Nada Es Normal; Sony Music; mais de 50 mil cópias vendidas.
2009; Ao Vivo e em Cores; Sony Music; mais de 100 mil cópias vendidas. Homenagem: Disco de Platina Duplo.
 Faixas
1. Abertura
2. Borboletas
3. Fotos
4. Anunciação
5. Você Sabia
6. Ao Vivo e Em Cores
7. Muito Natural
8. Amigo Apaixonado
9. Sem Trânsito, Sem Avião
10. Razão do Meu Astral
11. Estrela Cadente
12. Timidez
13. Lado Errado
14. Deus e Eu No Sertão - part. Especial Alcione
15. Nada Normal
16. Lem Casa
17. Vida Boa - part. Especial Renato Teixeira
18. Cavalo Enxuto
19. Não Mais
20. Tanta Solidão
21. Moça Rebelde
22. Fada
23. Tem Que Ser Você

2009; Ao Vivo e em Cores em São Paulo; Sony Music; Blu-ray.

2010; A História; Sony Music; mais de 20 mil cópias vendidas. Participa: o produtor Guto Graça Mello.

Victor e Léo têm uma identificação muito grande com a questão da espiritualidade  e transmitem isto em sua música.

Texto: AAVítor (com adaptações)
Fonte de pesquisa: Site oficial da dupla.

O site da banda é opção para se ouvir as músicas em boa qualidade de áudiostream.

PASSE O VERÃO LENDO UM CONTO QUE TE ENTRETERÁ COM UM ROMANCE INUSITADO, CENAS MÁGICAS VIVIDAS EM UM PARAÍSO TROPÍCAL E, DE QUEBRA, TE MOTIVARÁ A SAIR DE UMA VIDA DE SIMPLES COLABORADOR PARA VIVER A PARTIR DO ANO DE 2013 COMO UM GRANDE EMPREENDEDOR.

LEIA


A. A. Vítor

Participe da rede SellYourFish para praticar o que aprendeu
no livro e se relacionar com outros leitores

Ary Barroso

ARY BARROSO 

"Brasil/ Meu Brasil brasileiro/ Meu mulato inzoneiro/ Vou cantar-te nos meus versos/ 
O Brasil, samba que dá/ Bamboleio que faz gingar/ O Brasil do meu amor/ 
Terra de Nosso Senhor/ Brasil!/ Brasil!/ Pra mim./ Pra mim."
Aquarela do Brasil. Ary Barroso.

O carnaval brasileiro recebeu sua influência das festas acontecidas na Europa, mas logo tratou de dar a sua cara. E um dos acontecimentos que ajudaram a criar esta identidade é o surgimento das marchinhas de carnaval, que traziam um certo parentesco com o samba, daí vem a relação consagrada que o samba tem com a festa mais querida do Brasil.

As primeiras composições de samba têm origens nos estados do Rio de Janeiro, Bahia e São Paulo, mas não muito tempo depois, na década de 30, do século passado, aparece o mineiro Ary Evangelista Barroso (7/11/1903, Ubá (MG) - 9/2/1964, Rio de Janeiro (RJ)) para introduzir Minas nessa história.

Se você tem uma leve impressão de que não conhece o artista, saiba que alguma vez, de alguma forma: assoviada, cantada, cantarolada, você já ouviu sua obra mais famosa, a canção Aquarela do Brasil.

 Curta-metragem Aquarela Brasileira da Disney

Ary Barroso começou a trabalhar ainda criança, como pianista em um cinema em Ubá e foi para o Rio de Janeiro, a fim de estudar Direito, patrocinado por uma herança que recebera de um tio ex-ministro, que acabara se revertendo em contas de bebidas e de roupas.

Sem dinheiro, volta a trabalhar com música em um cinema no Rio, cine Íris, passando em seguida a tocar com a orquestra do maestro Sebastião Cirino, na sala de espera do teatro Carlos Gomes.

Em 1926, o músico volta ao curso de Direito e mantém a atividade de pianista tocando em bailes, sendo contratado dois anos depois pela orquestra do maestro Spina, de São Paulo, para a acompanhar em apresentações em Santos e Poços de Caldas. Essa excursão durou oito meses e Ary os aproveitou para compor.

Em 1929 acontece seu primeiro sucesso, "Vamos deixar de intimidade", na voz de Mário Reis, um colega de faculdade. Com vista para o Carnaval de 1930, com a marcha "Dá nela", o artista ganha o concurso de canções carnavalescas da Casa Edison. O prêmio foi importante para que se case com Ivone Belfort de Arantes.


Em 1931, produz composições para o teatro musicado e a música "Na Grota Funda", com letra do caricaturista J. Carlos, é encaixada no espetáculo encenado pelo o teatro Recreio "É do Balacobaco". Uma curiosidade: Lamartine Babo, encantado com esta música, escreve outra letra para a melodia, originando, dias depois, a canção "No Rancho Fundo", lançada no programa de Lamartine na Rádio Educadora do Rio de Janeiro.

Em 1932, Renato Murce convida Ary para trabalhar na Rádio Philips. Além de pianista, Ary se torna locutor esportivo, humorista e animador. Em 1934, depois de ter ido à Bahia como pianista da orquestra de Napoleão Tavares, ele cria na Rádio Cosmos (São Paulo) o programa "Hora H". Compõe "Na Batucada da Vida" (regravada por Elis Regina em 1974).


Em 1933, seu programa vai para a Rádio Cruzeiro do Sul, no Rio, e compõe "Inquietação", gravada por Sílvio Caldas naquele ano e regravada por Gal Costa em 1980.

Em 1937, Ary lança outro programa na Cruzeiro do Sul: "Calouros em Desfile" (que, nos anos 1950, será levado para a TV Tupi). Um programa que representa um marco quando coloca em sua pauta a exigência de que os candidatos cantem somente música brasileira e anunciem o nome dos compositores. Por este programa passaram, entre outros, Angela Maria e Lúcio Alves.

1938, Ary estréia na Rádio Tupi, faz a vez de comentarista, humorista, ator e locutor. Dá a luz à composição "Na Baixa do Sapateiro" (gravada por Carmen Miranda) e chama a atenção do mundo com a trilha sonora do desenho animado "Você Já Foi à Bahia?", de Walt Disney.


Em 1939, um samba-exaltação, de melodia extensa, utilizando de uma grande orquestra, conquista o mercado internacional e faz sucesso no Brasil na gravação de Francisco Alves: "Aquarela do Brasil", lançado no espetáculo "Joujoux et Balangandans", de Henrique Pongetti.


Em 1944, Ary vai conhecer os EUA e compõe "Rio de Janeiro" para o filme "Brasil". Durante sua permanência de oito meses, compõe a canção-tema do filme "Três Garotas de Azul". No ano seguinte, volta à América do Norte para musicar o filme "O Trono das Amazonas", que teria 18 composições suas, porém, por causa da morte do produtor, o filme não chega a ser concluído.


1946, Ary candidata-se a vereador na Guanabara pela União Democrática Nacional (UDN) e atinge uma grande quantidade de votos da Câmara do então Distrito Federal, ficando atrás, apenas, de Carlos Lacerda. Como vereador, participa ativamente da escolha do local onde se construiu o Maracanã.

1952, mais um sucesso: "Risque", na voz de Linda Baptista. Inicialmente este samba-canção foi gravado por Aurora Miranda, irmã de Carmen Miranda. Ainda em 1957, Ary compõe "Folha Morta", gravada por Dalva de Oliveira em Londres (para a Odeon) e lançada no Brasil com estrondoso sucesso. Quatro anos depois, a música é regravada por Jamelão, na Continental.

A princípio, Ary Barroso não gosta da Bossa Nova, mas isso não o impedirá de colocar "A Felicidade" (Tom Jobim e Vinicius de Moraes) entre as dez melhores músicas populares de todos os tempos.

Ary Barroso e Heitor Villa-Lobos se encontram no palácio do Catete em 1955, para receber a Ordem do Mérito, concedida pelo presidente Café Filho. Em 1957, Ary é homenageado com o espetáculo "Mr. Samba", produzido por Carlos Machado e montado na boate Night and Day (Rio de Janeiro); o roteiro faz alusão à biografia de Ary, utilizando as próprias composições dele.

Em 1961, Ary adoece de cirrose hepática e vai morar num sítio em Araras (RJ). No ano seguinte, parcialmente restabelecido, retoma o programa "Encontro com Ary" (TV Tupi), transmitido aos domingos. Em 1963, é internado com nova crise de cirrose. Recupera-se no Natal, mas volta a ser internado e morre na noite de 9 de fevereiro de 1964, um domingo de Carnaval, no momento em que a escola de samba Império Serrano entra na avenida com o enredo "Aquarela do Brasil". Em homenagem ao compositor, faz-se um minuto de silêncio.

Grande e vitoriosa história!

Texto: AAVítor (com severas adaptações).

Fonte única de pesquisa: Biografia de Ary Barroso. Uol Educação. Acesso em 25/02/2011.

sábado, 30 de julho de 2011

Manuel, o audaz

Se já nem sei o meu nome
Se eu já não sei parar
Viajar é mais, eu vejo mais
A rua, luz, estrada, pó
O jipe amarelou

        Manuel, o audaz
        Manuel, o audaz
        Manuel, o audaz
        Vamos lá viajar

 E no ar livre, corpo livre
Aprender ou mais tentar

         Manuel, o audaz
         Manuel, o audaz
         Iremos tentar
         Vamos aprender, vamos lá (ouça!)

        Bom dia, boa noite, audiência! 
        
Estamos começando as postagens da Enciclopédia de Minas em nível elevadíssimo!

A idéia é levar vocês para um passeio. Sim, porque é o que vamos fazer aqui durante o tempo que nossa jornada cultural durar. E para nos conduzir durante esse passeio nada melhor do que fazermos isto à bordo do Manuel, o jipe que fez história com a turma que levou o Clube da Esquina para além das fronteiras do Estado.

Os versos pertencem a canção Manuel, O Audaz. Aliás, mais do que uma canção: um hino. Obrigatório a todo mineiro que se preze. Esta melodia, que não sei ao certo como chamar o estilo, para mim é um blues que passa pelo jazz, simplesmente nos transporta para longe de nós mesmos, companhia ideal para ouvirmos dentro da jardineira, enquanto cruzamos, com a ajuda dos textos postados, montanhas e céus em busca de rechear, dia-a-dia, de histórias e informações, as páginas de nosso compilado virtual.

Essa música foi composta por Toninho Horta e Fernando Brant, saiu no segundo LP de Toninho Horta, em 1981. Manoel, o audaz é uma daquelas maravilhosas canções daqueles camaradas, que ao fim da Ditadura Militar, ou ao prenúncio de seu término, estamparam, na forma de sons e letras, o cenário de um tempo e de uma juventude.

A turma do Clube da Esquina sob
a "direção" de Toninho Horta.

Fonte: Os sonhos não envelhecem: Histórias do Clube da Esquina.
Borges, Márcio.Editora Geração. Compre!

A música fala de um Jipe (um Land Rover 1951), velho e bravo companheiro de guerra, cujo nome foi inspirado em uma personagem do escritor mineiro Guimarães Rosa (que ainda terá uma lembrança aqui no Minaspédia. Estamos só começando!) em seu Grandes Sertões: Veredas, e que, subindo e descendo as montanhas, atravessando paisagens bucólicas, cruzando rios e estradas de terra, conduzia uma gurizada afoita por bem-estar e aprendizado para tudo quanto era lugar que iam.

Então, tá aí! Quebrei a garrafa, dei o tiro para cima! Vão comigo nessa?

Fico esperando então.

Diz alguma coisa aí nos comentários ou clique nos botões de reação se você gostou!

Tchau!

Para saber mais sobre Toninho Horta:
http://www.toninhohorta.com.br
http://www.toninhohorta.art.br/